Conversar

Você não precisa seentendersozinho.

Psicoterapia online com base na Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) para adolescentes e adultos de todo o Brasil — um espaço acolhedor para lidar com o que você sente e pensa.

Conversar no WhatsApp

Atendimento em português · valores acessíveis a diferentes rendas

Retrato da psicóloga Débora Matos

Quem é Débora Matos

Débora Matos sentada no chão da sala, entre plantas, lendo em um tablet
Débora Matos — psicóloga · CRP 07/44614

Algumas pessoas acumulam livros; outras acumulam plantas. Eu acumulo perguntas. E livros. E plantas. Bom, acho que nunca fui muito boa em escolher um único hobby.

Dentre todas as perguntas, existe uma que me acompanha desde que me sinto minimamente competente para nomeá-la: como construímos nossas formas de existir?

Muito antes de conseguir colocá-la em palavras, eu já estava ocupada tentando respondê-la. Talvez por isso tenha passado tanto tempo observando pessoas, relações e regras que pareciam intuitivas para todo mundo, menos para mim. Sou uma mulher autista com diagnóstico tardio. Essa foi uma das explicações mais úteis que já recebi na vida.

As perguntas continuaram por aqui. Felizmente, algumas ferramentas também. Muitas delas eu encontrei na Psicologia.

Minha formação começou pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e, hoje, minha prática clínica é orientada pela Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT). Não porque ela tenha respondido a todas as tais perguntas, mas porque mudou a natureza de algumas delas.

A origem do sofrimento humano era, para mim, uma das questões mais importantes. Procurei "o defeito". Parecia uma hipótese elegante. Explicava quase tudo. O problema é que compreender a origem do sofrimento e saber o que fazer com ele são questões completamente diferentes. Como alguém continua vivendo uma vida que vale a pena, mesmo quando ela não acontece como o planejado?

Sofrer faz parte da experiência humana; o modo como nos relacionamos com esse sofrimento, nem sempre.

Diante da clássica pergunta "Quem sou eu?", costumamos ter respostas prontas e definitivas: Ansiosa. Intensa. Perfeccionista. Difícil. Autista. Capaz. Incapaz. As descrições que fazemos de nós mesmos podem ser úteis. Ocasionalmente, também podem ser confundidas com a realidade.

Existe uma versão ideal de nós mesmos que parece morar alguns passos à frente. Ela é mais organizada, mais disciplinada, mais segura, responde às mensagens em dia e, provavelmente, bebe a quantidade diária de água recomendada. É uma pessoa admirável, mas também difícil de encontrar.

Enquanto tentamos alcançá-la, a vida continua acontecendo. Ela tem esse hábito inconveniente de não esperar que a gente resolva tudo antes de começar.

A pergunta "Quem sou eu?" continua voltando, só deixei de esperar uma resposta definitiva. Hoje, prefiro caminhar com outra: Considerando quem está aqui agora, em qual direção vale a pena caminhar?

É essa pergunta que organiza a minha prática clínica. E é aqui que você entra.

Não como alguém que precisa descobrir a versão correta de si mesmo, nem como alguém que espera que eu aponte o caminho. Mas como alguém que talvez só precise enxergar a estrada com um pouco mais de clareza para decidir, por si, em qual direção vale a pena seguir.

Conversar no WhatsApp

O que é a Terapia de Aceitação eCompromisso?

A ACT (sigla em inglês para Terapia de Aceitação e Compromisso) é uma abordagem científica da psicologia. Em vez de tentar eliminar ou controlar pensamentos e emoções difíceis, ela ajuda você a se relacionar com eles de outro jeito — e a agir guiado pelo que de fato importa para você.

Baseada em evidências

Abordagem científica, parte das terapias comportamentais contextuais — a chamada "terceira onda" —, com estudos em ansiedade, depressão e muitas outras questões.

Guiada pelos seus valores

O trabalho parte do que é importante para você — e ajuda a dar passos concretos na direção da vida que você quer construir.

Prática e colaborativa

Terapeuta e paciente trabalham juntos, com objetivos claros e combinados em cada etapa do processo.

Abrir espaço para o difícil

Em vez de lutar para eliminar pensamentos e emoções difíceis, você aprende a fazer espaço para eles e seguir no que importa — dentro e fora das sessões.

Como funcionam as sessões

  1. Primeira conversa

    Você chama no WhatsApp e combinamos um horário. Sem formulários, sem burocracia — é uma conversa para nos conhecermos.

  2. Acolhimento e escuta

    Nas primeiras sessões, o foco é entender sua história, o que está acontecendo e o que você busca com a terapia.

  3. Plano terapêutico

    Juntas(os), definimos objetivos e o caminho do trabalho, sempre com transparência sobre cada etapa.

  4. Acompanhamento contínuo

    Sessões semanais por vídeo, de aproximadamente 50 minutos, em plataforma segura e com sigilo garantido pelo Código de Ética profissional.

Informações práticas

💻 100% online, por videochamada ·⏱️ Sessões de ~50 minutos ·🔒 Sigilo profissional garantido ·💬 Valores conversados individualmente, acessíveis a diferentes rendas

A terapia é para você?

Cada pessoa chega à terapia por um caminho diferente. Alguns dos motivos mais comuns:

  • Ansiedade no dia a dia
  • "Sinto que não me entendo"
  • Mudanças e transições de vida
  • Dificuldades nos relacionamentos
  • Desafios da adolescência
  • Sobrecarga e cansaço emocional
  • Autoconhecimento

Se você se reconheceu em algum desses pontos — ou sente que algo não vai bem, mesmo sem saber nomear —, conversar com uma psicóloga pode serum bom primeiro passo.

Perguntas frequentes

Terapia online funciona?

Sim. O atendimento psicológico online é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia e conta com respaldo em pesquisas. Para muitas pessoas, é também mais prático: você faz a sessão de onde estiver, sem deslocamento.

Quanto custa uma sessão?

Os valores são conversados individualmente no primeiro contato, levando em conta diferentes realidades financeiras. A ideia é que o cuidado com a saúde mental seja acessível.

Como é a primeira sessão?

É um espaço de acolhimento: você conta o que está vivendo, tira dúvidas sobre o processo e conhecemos uma à outra. Não há nenhum compromisso de continuidade — a decisão é sempre sua.

Você atende adolescentes?

Sim, atendo adolescentes com a autorização e o envolvimento dos responsáveis, conforme as diretrizes éticas da psicologia.

Vamos conversar?

O primeiro passo é simples: uma mensagem. Sem compromisso, no seu tempo.

Chamar no WhatsApp